Domingo, 4 de Maio de 2008
Crônicas de um Caralho desmilinguido, repensando os motivos existenciais
Com a comida do cu canino chorafoguense sacramentada hoje por Obina (que mal deve conseguir a penetração devido ao espaçamento dos corpos que sua pança impõe), por consequência ocorreu também a comida do cu esbranquiçado pelo pó-de-arroz do Flumimete. Agora os apreciadores de jonjolos perfumados, frequentadores da comunidade orkutiana "Maquiagem é unissex" e fãs declarados da nova linha de bolsas da Tommy Hilfiger, não podem mais exibir seus sorrisos tricolores esperma-transbordantes e nem destilar sua tradicional empáfia por serem, até então, os maiores campeões cariocas de futebol. O Mengaço fodeu-lhes, acabou a euforia anal (by Valido Platero). Resta-lhes apenas a hegemonia de títulos blowjóbicos (com 100% de aproveitamento) - os maiores chupadores de linguiça do estado. O livro futebolístico da cidade do Rio de Janeiro foi reescrito hoje, e seu título passou de "O Dragonesco Pênis Flamenguista e As Três Cavernas Mucosas" para "Flamengo, o Big Bang da Possessão Sexual". A sodomia em escala genkidamesca realizada em 4 de Maio de 2008, no Maracanã, com uma distribuição de rajadas caralhais através de um Meteóro de Pégasus, endoscopiando ao avesso a turma do arco-íris, marcou o novo sentido da palavra "hegemonia". Agora o Dicionário mostrará que "hegemonia" = Flamengo, e o Rio de Janeiro seguirá a sua vida mais lindo do que nunca.
Sábado, 19 de Abril de 2008
Vasco da Gama, a tua fama assim se fez
A verdadeira história conta que Vasco da Gama era um VICE-almirante português extremamente viado, que embarcou com sua tripulação de arreganhados atrás de um lenda que profetizava a existência de uma comunidade negra com média peniana de 37cm no leste africano, a Zion dos penduricalhos. Então, cansado dos pênis portugueses e europeus, Vasco da Gama partiu rumo ao Além-Mar em busca de suculentas pirocas com excesso de melanina, sonhando com o momento onde o leite branco se misturaria com o chocolate negro (foi daí que nasceu o Kinder-Ovo). Mas acabou por errar o caminho após levar uma esporrada no olho direito e movimentar o leme de seu navio após enganchar um daqueles suportes no olho de seu próprio cu, chegando assim ao nosso querido Brasil.
Levando em consideração que os portugueses são uma raça tão confiável quanto abastecer o seu carro num posto da rede Esperança na beira da estrada Itaboraí - Rio de Janeiro, teoricamente pagando R$2,17 pelo litro de gasolina mas na verdade comprando uma mistura de Tang de laranja, urina do cozinheiro gordo do motel ao lado (Motel Dois Irmãos - Prazer sem limites) e resto do caldo de galinha da quentinha do almoço da rapeize, podemos deduzir que o sr. Vasco da Gama, assim como todos os outros portugueses, só fez merda em nosso país. Mas não aquelas merdas decorrentes de uma alimentação rica em fibras, que a pessoa nem precisa quando se limpar. Mas sim uma diarréia onde a merda líquida gruda na porcelana de tal forma que só uma explosão nuclear seria capaz de removê-la. Pois vejamos: Engravidou uma indígena e a deixou a Deus Dará, fazendo com que ela obrigasse seu filho a trabalhar de forma escrava, dando origem ao primeiro malabarista de sinal do Brasil (que logo depois poké-evoluiria para Trombadinha - dando origem ao primeiro assalto do Brasil - e depois para Traficante com a ajuda de uma insígnia mágica capturada pelo Ash Ketchum - dando origem ao primeiro papelote de cocaína do Brasil); Derrubou as ocas de uma pequena tribo pra construir uma boate gay, obrigando as famílias desabrigadas a construirem choupanas naquele lugar conhecido hoje como "São Cristóvão" e dando origem a primeira favela do Brasil (chamada de Pícara Sonhadora); Ganhou uma capitania hereditária de presente após um boquete bem feito, onde estreara a técnica da língua-pirocóptero, num viado da corte portuguesa, dando origem ao primeiro caso de corrupção do Brasil; Resolveu um problema policial dizendo que um assassinato tinha sido morte por causa natural, dando origem ao "jeitinho brasileiro" e, por fim, a cerejinha no bolo de cocô; Arremedou algumas dezenas de filhos da puta inescrupulosos e fundou o Club de Regatas Vasco da Gama, que já começou errado ao misturar o inglês e o português no nome (quem faz isso é tricolor porque é mais "descolado"). Um clube formado por pessoas odiosas e xiitas, a prova cabal da inviabilidade humana como criação divina.
E Vasco da Gama escolheu a cruz-de-malta como símbolo do clube, tal como da sua embarcação. Mas atentem para quando, numa galáxia muito distante, colocaram Jesus e Barrabás a mercê da escolha do povo. Nota-se bandeiras com a cruz-de-malta ao fundo... Sim, amigos. Foram os vascaínos que escolheram Barrabás e mandaram Jesus, um hippie mol gente-boa, pra crucificação. Já era era perceptível o desvio de conduta da nação vascaína desd'essa época.
Não que o Vasco seja inexpressivo - pelo contrário. Reflita sobre o que você pensa quanto ao Santos, ao Botafogo. Você os compara a um Jeremias dentro do contexto da Turma da Mônica, ou seja, um zé-chupeta que não serve pra merda nenhuma além de ocupar espaço no gibi pro Maurício de Sousa encerrar as atividades mais cedo e ir comer sua mulher. O Vasco não, o Vasco é um dos personagens principais da trama, uma espécie de Cascão. Um clube com títulos (todos eles contestáveis e baseados em artimanhas vilipendiosas, diga-se de passagem), torcida (aglutinação de escrotos diligentes) e história (duvidosa, é verdade). Seus ídolos são altamente peculiares, visto que Roberto Dinamite era tão bom de bola quanto Carla Perez é de Matemática, além de ter assinado um pré-contrato com o soberano arqui-rival depois de uma tentativa ridícula de dar o cu em Barcelona, além de nunca ter conseguido ser titular de uma seleção brasileira. Devia ter tentado a seleção portuguesa, afinal, lá eles adoram qualquer objeto fálico que lembre uma cobra, inclusive bananas de dinamite. Recentemente, declarou que vestiria o manto flamenguista com o maior prazer.
Depois vem Edmundo, um homicida em potencial que transforma uma Cherokee numa arma mais potente que o Enola Gay. Matou 5 pessoas depois de ter enchido os cornos de cachaça, deu cerveja pra um macaco carinhosamente chamado por ele de Odvan, e jogou no Flamengo. Foi pego beijando o nosso escudo e balançando o saco pra escrotalhada portuguesa (que tentou descer da arquibancada pra abocanhar a ferramenta - dando origem assim a Avalanche, marca registrada da torcida gremista nos dias atuais). Saiu e voltou ao clube por 3 vezes em meio a litígios, ações judiciais, declarações despirocadas e marcas roxas de chupões no pescoço de Eurico Miranda.
Por fim, vem Romário. Mandou a torcida do Vasco tomar no cu, disse que deveriam aprender a torcer com a Raça Rubro-Negra e a Jovem do Flamengo, mandou dedo, balançou o saco (e numa nova tentativa de Avalanche, o alambrado de São JEANuário desabou), transformou o clube em seu próprio camarote VIP ao indicar seus amigos (veio até um membro da Forças Revolucionárias Armadas da Sérvia, um tal de Tadic) e obrigou o clube a adotar como principal meta do século o seu milésimo gol.
Percebam como os 3 grandes ídolos da história do Vasco possuem uma ligação intrínseca e pervertida com o Mengão. Provavelmente o negão da rola grossa que fez o vice-almirante se apaixonar vestia vermelho e preto.
E o maior personagem de sua história, Eurico Miranda, é outro caso a parte. Sósia do Jabba, The Hut e principal responsável por todos os títulos da história do clube (através dos meios escusos copiados do vice-almirante), hoje ele é presidente do clube e conhecido por falir, embucetar, descaralhar e fudenhar o clube por completo, dentro e fora de campo. Sua mais recente quilo-defecada foi ordenar a criação de uma estátua de bronze do Romário em pleno gramado de São JEANuário (fiquem atentos, aquilo ali é um Cavalo de Tróia - daqui a pouco ela se abre e libera uma nuvem espessa de antraz), sendo que o mesmo abandonou o barco 1 mês depois e veio a declarar sua admiração pela Nação Rubro-Negra.
Dentro de campo, o Vasco da Gama não vence o Flamengo numa final há uns 20 anos. Nas últimas 5 finais, 5 títulos rubro-negros (com direito a 3 gols numa final de um cidadão chamado Jean, que tem paralisia cerebral). Na única final de importância nacional entre os dois, título rubro-negro. Sua imensa torcida infeliz nem comparece mais aos jogos decisivos contra nós e episódios como o Chopp do Eurico entraram para a história.
Falar que o Vasco não é grande seria o mesmo que dizer que "Hill Valleys - Rua dos Perdedores, Esquina dos Corações Quebrados.mp3" não é uma música de viados, filhos da puta, arrombados, apalpadores testiculares e pessoas que ficam de quatro com a cabeça pra fora da cama. O Vasco é grande sim, mas uma grandeza diferente, sustentada por remédios enrijecedores. Nada comparável ao Clube de Regatas do Flamengo, que fez do Vasco a sua prostituta acostumada a abrir o cu, levar leite condensado no intestino grosso e depois virar e abrir a boceta - por isso o slogan de "time da virada". O Vasco é uma espécie de cara que come a Gisele Bûndchen e por isso é fodão, mas depois sai pra dar o cu e nebuliza o respeito adquirido.
Dando fim a real história do vice-almirante, o infeliz morreu afogado depois de passar 8 minutos de quatro dentro do mar pra levar estocadas de Paui Menso, senegalês adotado por Vasco para ser o seu eunuco concubino. Em contrapartida a tal acontecimento, meus sinceros votos de eternidade ao clube. Que continue sendo de imensa utilidade ao Flamengo.
Segunda-feira, 14 de Abril de 2008
Futeboiola
Também já vimos na imprensa esportiva brasileira campanhas contra o uso de palavrões nas músicas de torcidas (esses dadores de cu recitam Shakespeare quando jogam futebol?), a favor da censura, provocações e das comemorações ácidas que penetram no adversário em questão uma zarabatana de carne torcida em 34 graus pra direita. Sintetizando, querem que o futebol vire um esporte dominante nos clubes sociais fechados, frequentados por mauricinhos que admiram mais uma pulseira da Vivara com rubi esculpido do que uma showxota saltada, porém, firme, e tendo como figura padrão de torcedor o McCauley Culkin com uma camisa do São Paulo e um boné do Chicago Bulls.
O verdadeiro futebol tem mata-mata, final e jogos decisivos onde o time que fez a melhor campanha leva um chafariz de porra no esfincter duodenal simplesmente porque o outro time teve uma mega-ereção no momento decisivo. O futebol tem no mínimo 2 jogos por semana (um na altitude de 4000m e outro no pior estádio do Piauí as 16h, sob um Sol amigável de uns 46 graus), o futebol tem palavrão, carrinho, provocação, jogadores mentalmente aloprados que desandam a falar merda (e não são punidos por um tribunal que exala homossexualismo pelo ar-condicionado e que é composto por bibas que gostam de cheirar virilhas alheias), porradaria entre as torcidas, perobagem entre canais esportivos de TV por assinatura na ânsia de comprar os campeonatos e, por decorrência, diversas falências, entre outros ingredientes que foram retirados e deixaram a grande diversão do povo "meio sem-graça, porém, aturável", como a Fernanda Torres. Mas nada comparável a "antigamente" (A.P.C/2003), onde o futebol era uma Natasha Bedingfield e nos fazia aguentar 8 seguidas sem tirar de dentro, obrigando o organismo a expelir suco gástrico pelo piru devido a falta de sêmen presente nas 3 últimas.
Deixo registrado o meu apelo: Parem com a fluminensização do futebol brasileiro.
Roma surpreendente
A gente acha que a Roma não consegue mais superar o seu próprio limite do ridículo e sempre acabamos tendo uma surpresa. A última mijada na teta da loba foi dada pelo Manchester reserva (provavelmente a primeira vez que um time poupa o time titular num mata-mata da Liga dos Campeões), com direito ao De Rossi mandando um pênalti no colo do Otávio Augusto, via fenda no tempo aberta pelo chute.
Terça-feira, 1 de Abril de 2008
1º de Abril coroa a grande verdade
Existem ciclos vitais e intocáveis em nossa disparate existência: O nascer do Sol, a formação das nuvens, o Lula falando "pobrema", a Lindsay Lohan chupando o ovo esquerdo dos enfermeiros da sua clínica de reabilitação, o Eurico Miranda devorando uma caixa de 3kg de asa de frango frito por dia, o Ronaldo substituindo a rótula do seu joelho por um biscoito Trakinas, o Ed-Imundo perdendo pênalti e assassinando seus caronas e, pra não me alongar muito, a Roma levando Meteóro de Pégasus no ânus em um jogo decisivo. Não que uma derrota pro quase indiscutível melhor time do mundo, de Cristiano Ronaldo, que corre de boca aberta como se houvesse um objeto fálico carnudo acariciando seus lábios, seja um desastre. Longe disso, o Manchester é infinitamente superior em tudo. E a Roma jogou sem Francesco Totti e Juan. Mas o conjunto da obra romanista, eterna difamadora da tradição e da história do outrora maior império do planeta, foi risível. A diferença de mentalidade, de culhão e de confiança no próprio taco entre Manchester e Roma foi monstruosa. A imponência com que Cristiano Ronaldo, Giggs, Scholes e companhia desfilavam no Olímpico, chamando o jogo de uma forma tão natural quanto Cleõpátra fazer sexo tântrico com um escravo afro-descendente, foi algo digno de um papo super-inteligente entre MariMoon e um gordinho new metal duvidoso sobre o que fazer com sua franja no programa preferido dos colecionadores de esperma alheio, ScrapMTV. Em contrapartida, Mancini aguardava a bola no pé como se fosse o chefão de um jogo de videogame esperando o player chegar na fase final. O cretino até ameaçava uma entrega maior, uma movimentação diferente, uma antecipação ou algo fora do padrão em algum lance, mas depois dizia "brink's,. vou naum!11". Perdeu um gol incrível e teve uma atuação patética, igual o 7 x 1, igual outros jogos decisivos onde deve ter entrado em campo com uma chuteira feita com látex encharcado de lubrificante, tamanha a facilidade com que a bola escorregava de seus pés. Taí, Mancini é uma das maiores mentiras que já inventaram na Roma. Outro pederasta vem de um lugar desconhecido, de um país cuja inviabilidade social foi evidenciada no exato momento em que o infeliz pisava na bola e protagonizava um lance que nem David Blaine conseguiria desvendar: Vucinic - alcunha de VuSHITnic -, portador de dois andaimes metalizados no lugar das pernas. Correndo, parece um Robocop com hemorróidas. E com a bola no pé parece o Exterminador do Futuro no final do seu terceiro filme, quando o mesmo vai mergulhando naquela piscininha de lava. Maltrata a bola e co-existe numa dimensão paralela, igual o garotinho do Sexto Sentido. Só que em vez de pessoas mortas, Vucinic deve passar os 90 minutos imaginando ser o mediador de uma conferência mundial de paz envolvendo todas as forças armadas revolucionárias com "Liberdade" no nome. Sempre alheio ao jogo e ao que acontece. Se estivesse no desastre de Chernobyl, 3 minutos depois estaria procurando um carrinho de sorvete pra se satisfazer, mesmo com apenas 3% da sua pele ainda no corpo.São dois exemplos gerais do que impede a Roma de sair da mesa dos nerds rejeitados no refeitório da escola. Temos a loba romanista sentada ao lado de um veado tricolor (Flumerdense), um Matuzalém incolor (Chorafogo), um Galo Arrombado (Atlético Mineiro) e de outros clubes fadados ao ostracismo eterno. São dois exemplos que abrangem todo o mal que impera na Roma, resumindo a oceânica ilusão reinante em Trigoria (onde Mancini e Vucinic são bons jogadores e dão conta de serem protagonistas em um time vencedor) e a falta de competência, ou melhor, a existência infindável de BURRICE EXTREMA na mente insana de seus diretores - e isso engloba a falta de criatividade, falta de conhecimento sobre futebol, falta de visão financeira, enfim, a falta de tudo que é preciso pra uma diretoria levar um time por uma estrada gloriosa - ao pagar um bom valor pela co-propriedade de Vucinic, ao negociar de forma insistente um contrato incrível pra um zé-bunda como Amantino, recusando propostas estelares que livrariam a Roma desse traste e ainda atochariam dezenas de milhões de euros no cu do cofre italiano... Os exemplos são incontáveis, tal como a dívida do Flamengo.
Doni, Taddei, Perrotta, Ferrari (que faz pênalti no Vieri na terceira rodada, faz gol-contra contra o Cagliari e ainda assim tem proposta pra renovar por 2,5 milhões de euros - caralho, passa na praça...), Pizarro, entre outros - São estrumes que ilustram os motivos da ecumênica dor anal romanista. Exceto Ferrari, que é vaiado sempre, todos são jogadores com status, queridos e mimados de forma homossexual pela diretoria, com renovações mirabolantes que sempre se arrastam por trezentas voltas lunares e culminam num desperdício de dinheiro imponderável. E uma das desculpas do alienado grupinho ForzaRoma, o do apoio incondicional, o que canta o hino depois do 7 x 1, o que apóia Doni e o que se apega de forma mais sexual à frase "a Roma não se discute, se ama" (até porque não tem muito o que discutir né) do que os botafugneses que jogam a culpa de suas existências miseráveis na "tem coisas que só acontecem ao Botafogo", é a falta de dinheiro. Papo-furado, balela. Dinheiro tem, só falta competência. E todo o resto.
No mais, pra Roma fica o consolo da conquista do título italiano e europeu de departamento médico mais imbecil do planeta. O título foi conquistado quando resolveram colocar Totti no sacrifício pra jogar contra o Cagliari no sábado tendo esse jogo decisivo contra o Manchester na terça, sendo que Il Capitano tem problemas físicos sérios que interferem no seu rendimento (duas hérnias de disco), limitando seu brilhantismo técnico durante toda essa temporada (que foi bem escrota, exceto alguns lampejos). Mas como o staff administrativo da Roma deve ser composto por descerebrados do mesmo nível da audiência das novelas da Record, não é de se espantar.
E o primeiro de Abril de 2008 confirmou com vigor uma das maiores verdades da existência: Mais normal do que a Roma se foder, só o Sol nascer.
Segunda-feira, 24 de Março de 2008
A viadagem de Totti
Particularmente tenho Francesco Totti como meu grande ídolo dentro do futebol - depois do Grande Messias Salvador Senhor De Todos Nós Jesus Perto Dele Foi Um Hippie Imundo Somente, Arthur Antunes Coimbra. Totti é um dos melhores jogadores que eu vi jogar e tamnbém o grande exemplo que tenho de lealdade e amor a camisa, mais do que Maldini e outros jogadores que fizeram suas carreiras dentro de um time de real expressão - no caso do ancião supracitado, o Milan. Pra um cara do nível de Totti jogar pela Roma a vida toda, abrindo mão de uma projeção fuderosamente maior do que ele tem hoje, abrindo mão de ser ainda mais escrotamente rico, abrindo mão de ter um reconhecimento mundial quase que indiscutível e, logicamente, abrindo mão de arrombar o cu de tanto ganhar títulos, tem que ser diferente mesmo. Tem que ser o Totti. Dedicar sua carreira futebolística a um time sem sal como a Roma e ainda assim conquistar feitos pessoais que nunca um jogador da Roma conquistou (como um prêmio pessoal a nível europeu), é algo digno de condecoração divina e que devia dar direito a uma participação exclusiva no programa Hyper-QI da RedeTV, com aquela neurótica que parece a Daniela Cicaralho te botando pressão pra acertar a palavra escondida no labirinto de letras na tela.Mas que se foda tudo isso, o fato é: Totti vem sofrendo de uma síndrome viadal inimaginável pra quem era (ou ainda é? sei lá) um jogador raçudo, guerreiro e até certo ponto mentalmente aloprado, com alguns casos de marginalidade em seu currículo. E não falo apenas no jeito de jogar do Capitano (que foi volatilizado principalmente pela merda de técnico que comanda a Roma), e sim da atitude. Esse negócio de não querer mais jogar pela Azzurra é um chute no saco. Estoy aqui vendo a lista de convocados pro amistoso contra a Ex-Panha na quarta e analisando essa que deve ser a lista final pra Eurocopa, salvo contusões ou envolvimento de jogadores no tradicional escândalo de corrupção anual do futebol italiano. A diferença que Totti faria nesse time seria a mesma entre o charme e o funk (um anda bonito, o outro elegante). A Itália sairia na frente de qualquer outra seleção e eu seria capaz de apostar num título invicto. Um ataque com Totti e Toni seria mais perigoso que a Dercy Gonçalves num baile funk depois de uma injeção hormonal. Mais um meio-campo compacto com os pipolos romanistas, De Rossi e Aquilani, além do maestro Pirlo e de mais um operário, tornaria esse time italiano praticamente imbatível. Cannavaro e Materazzi (porque o Nesta foi picado pelo mesmo mosquito do dengo ((sacaram? RISOS)) que infectou o Totti) na zaga, Grosso e Zambrotta nas laterais, fechando com o melhor goleiro de todos os tempos, Buffon. Um timaço, o melhor do mundo. Com tudo pra ganhar a Eurocopa e coroar essa geração italiana com a dobradinha puramagia (Copa e Euro), botando uma Anaconda grelhada no cu de todos os adeptos dessa filha-da-putice de ser anti-Itália sustentada pelos escrotíssimos chavões banais do futebol como "affz a Italia eh soh retranca rsrs", entre outras merdas que os ignorantes cagam pela boca.
Mas infelizmente Totti resolveu se afastar da seleção por um motivo não revelado oficialmente, mas que todos sabem: Sentiu o peso de ser tecnicamente o melhor jogador italiano da história e de longe o melhor das últimas gerações, o que trazia uma encheção de saco lortal por parte dos desequilibrados italianos e por parte da destrambelhada imprensa italiana. Mandou todos à puta-que-os-pariu e abandonou a seleção. Pra mim, uma cagada. Mesmo com 18 pinos no tornozelo e 2 meses inativo Totti foi um dos jogadores mais importantes da Itália na Copa do Mundo, mesmo que sua atuação individual não tenha sido orgasmática (o que levou esse monte de gente com erupção anal da imprensa e da opinião pública em geral a taxar a Copa dele como "apenas razoável"), foi o jogador que mais deu assistências, passes e teve participação em gols no torneio. Além do gol de pênalti mítico no jogo mais difícil da Itália na Copa do Mundo, depois da final. Jogar a Eurocopa seria a chance pra ele repetir essa eficiência acrescentando um brilho individual naturalmente vindouro com o ritmo de jogo que o mesmo tem hoje em dia (apesar de não estar jogando merda nenhuma atualmente - graças ao posicionamento e a cuzice dessa merda de técnico atual da Roma), obrigando assim todos os seu recalcados detratores a tatuarem "Totti joga pra caralho e minha mãe tem bafo peniano" no cóccix. Mas a decisão já foi tomada, infelizmente. Só espero que essa fase sensível acabe logo, e que ele invente outra comemoração pra seus gols, porque essa da chupeta com o dedo já encheu o saco. Os pirralhos já devem ter perdindo a virgindade e ele ainda fica chupando dedo quando marca, é sacanagem...
Que Totti volte a ser aquele obturado mental de sempre, entrando por cima em todas as divididas, deixando o cotovelo e cuspindo nos adversários, e mandando a torcida adversária depilar o seu ovo esquerdo com a língua.
Domingo, 23 de Março de 2008
Abre-Te-Sésamo, Botafogo
Visando o Nobel da Fuderência, futura criação dos mlk-doidos que comandam essa merda de premiação, venho desenvolvendo uma teoria vindoura onde se prova que o Botafogo é "mas que un club", é na verdade uma ferramenta assaz eficiente de inclusão social. Afinal, que outro clube no Brasil aceita com um sorriso salivante receber todo e qualquer objeto fálico com recheio de carne no meio de seu esfíncter fecal (que já virou um toboágua), sem distinção de espécie, idade, raça, cor, nacionalidade, lugar de nascimento e religião? A bunda assada do Botafogo tem o carimbo "eu estive aqui" do mundo animal (Falcao), da Roma Antiga (Júlio César), do mundo pornô (Ana Paula de Oliveira), do Comando Vermelho (Souza), entre outros incontáveis grupos sociais que já tocaram a chapeleta no intestino grosso do Botafogo. Tal serviço jamais deve ser esquecido e Bebeto de Freitas deveria ser imortalizado por todos nós, brasileiros e rubro-negros tementes à Lei e à Ordem, (e por todos os que trabalham com moda, afinal, o seu estilo de usar calça com suspensório na altura da teta é um tanto quanto peculiar), pelo grande serviço prestado ao tentar de todas as formas manter o Botafogo na atividade e no dia-a-dia do nosso esporte bretão. A sociedade brasileira agradece, afinal, pro Botafogo ser diferente não é ser especial e ser especial também não é ser diferente. Valeu uma enrabada, a sua bunda Abre-Te Sésamo.
Quinta-feira, 20 de Março de 2008
FábioLucianjo

Pois eu digo que os momentos que o FábioLucianjo se impôe dentro de campo perante algum verme imundo que veste a camisa do adversário ou até mesmo perante a desprezível raça dos chupadores de apito, é comparável a um gol do Flamengo. AVE CAPITANO CURRADOR DE FILHOS DA PUTA!